Friday, March 10, 2006

O Trombone do Zé Povinho-3
O rei Lulu da Silva, o ilustrado, se gaba de que nunca foi tão bem tratado quanto na Inglaterra. Claro: não conhecem ele. Não sabem, como nós, que som de trombone o abala; que é, completamente, surdo. Só ouve voz de banqueiro! Lula é uma espécie em extinção. Não o batráquio político. As criaturinhas do mar que são da classe Cephalopoda (logo desta classe mesmo), subclasse Coleoidea, ordem das Teuthida. As bichinhas, no Atlântico, tão morrendo deprimidas. Xingam o batráquio e elas ficam tristinhas com as críticas contínuas. Não compreendem o que fizeram de ruim para serem tão maltratadas. De Lulu pra Cassol: o Juscelino da Roça está fazendo a RO-370 que está sendo chamada de “Rodovia do Progresso”. Uma obra que a propaganda diz que vai beneficiar vinte Municípios. Legal.É progresso mesmo. O negócio é progredir. Pelo jeito o que não progride mesmo é a estrada que, começou em agosto e não termina. Deve estar reservada para na epoca da eleição ser inaugurada! Uma trombonada!
O TROMBONE DO ZÉ POVINHO-2
Compositores Clássicos como Mozart e Haydn, usaram o trombone pra tocar peças religiosas e sobrenaturais. Meu trombone só uso pras normais: reclamar do rei Lulu da Silva, o ilustrado, que, quando não voa, discursa ou bebe. Água, minha gente, água! Ou do seu Bianco, que também bebe. Água, minha gente, água. E o que é que tem beber? Bebo socialmente. Água, minha gente, água. Seu Cassol só quer saber de luz, seu Sobrinho, por Jesus, é o rei dos buracos. Seu Miranda abriu um enorme, na Ceron, pedindo demissão. Os petistas tão mais desesperados que pobre no fim do mês, quando o salário some, com medo de que algum aventureiro lance mão do lugar. Ó lugarzinho desejado! Vou dar uma soprada no trombone pra ser lembrado. Zé Povinho também quer mordomia. E a vida difícil do jeito que tá ser presidente até de time de futebol de várzea dá status! Imagine com contratinhos filé como da Guascor! Se é bom? Ò..ó..ó
O TROMBONE DO ZÉ POVINHO-1
Juro que já fui uma pessoa comum, normal. Hoje ninguém acredita desde que comecei a usar o trombone pra reclamar das coisas. A culpa, pelo menos desta vez, não foi da imprensa. Foi dos governantes. Eles possuem um ouvido excepcional: só ouvem seletivamente. Pobre pode pedir, implorar, chorar, gemer que ficam surdos. Só escutam os ricos. Virei Zé Povinho por reclamar com meu trombone, porém se incomodo em compensação eles não mudam. Vejam, por exemplo, agora, os notáveis aumentos do funcionalismo público! O rei Lulu da Silva, o ilustrado, deu 0,01% de aumento! Cassol foi magnânimo e deu 2%! Quanto desprendimento! O grande consolo é que tratando o funcionalismo assim, a pão de ló, é um incentivo para todos virarem faquir. Só falta criar mais um vale, o vale cama de prego, que é para os pobres pagarem suavemente para sentir que a vida é dura! Olha a vara do trombone!